Me arrasto pelos cantos, antes incapaz de dormir, para depois impossibilitado de levantar. Quem diria que minha sanidade chegaria ao ponto em que eu não consigo mais dizer o que é real e o que importa para mim. É o entardecer de um dia triste, ansioso pela noite que virá e, com ela, a solidão tão esperada. Não. Talvez eu poderia dizer que isto seria a tentativa malgrada de poema, mas é só um datilografar. Olhos cansados em frente a tela computador acompanhados por mãos e dedos na tentativa fracassada de expressar aquilo que ainda mal se compreende. Talvez seja a nostalgia pelo o tempo em que esta era uma prática constante e que então, possibilitava àquele menino uma melhor condição de se entender com o seu próprio coração...
Nenhum comentário:
Postar um comentário