O carnaval é uma das maiores paixões do brasileiro, isso qualquer desavisado que aporta por aqui, ou mesmos os nativos ruims de samba, bem sabem. Entretanto, infelizmente ele não é um consenso, pois muitos so o vêm como uma festa popular de alto índice de violência, que torna a livre circulação impossível e que deixa a cidade suja e fedendo a urina.
Os elitistas, os pseudo-intelectuais, os puritanos, os mal-humorados, os chatos, todos estes e outros tantos, insistem em desejar passar em branco o colorido Carnaval nosso de todo ano. É um desperdício de alegria não rir, não ver o Ilê sair, não pular quando o Chicletão passar, não beijar quando Ivete mandar, não se travestir, não ser Muquirana ou pegar uma, não se despir dos compromissos e preconceitos e se unir a multidão orgástica.

Muitos afirmam que o carnaval deixa de fora da festa os excluídos economicamente, esmagados entre as cordas e os camarotes. Que assinala os preconceitos, que ressalta as diferenças sociais e as injustiças. Mas, eu pergunto a todos: como não poderia ser? O Carnaval é o retrato rasgado da sociedade brasileira exposto em lasciva carne viva.
Vê-se nas ruas, todas as classes misturadas e separadas, só depende do lugar, ou de não ser alienado pra ver. Vemos todas as etnias e nacionalidades, miscigenando-se e se afirmando, só depende ser consciente, não dá cor da pele, mas da cultura da sua gente. Vê-se toda a diversidade de sexualidades em plena via pública se agarrando e para isso basta desejar provar o sexo do outro.
No Carnaval se faz na rua o que durante o ano inteiro se esconde nos armários. E tudo é lindo, sagrado, válido e profano. Lembro do meu primeiro ano na faculdade quando uma professora, que nunca viu muita graça no carnaval, comentou fascinada que certa vez encontrou um amigo gay na avenida, praticamente sem roupa, e que, surpresa, o viu exaltado gritar: "o carnaval é a apoteose da liberdade".
Sim, o carnaval é a liberdade. A festa dos prazeres explícitos. Em suas ruas, eu você nós que pulamos, fervemos, sambamos, desejamos dar, ver, provar, ter, ser e amar, nos encontramos. Irmãos nos desejos, merecemos ter alegria, ser feliz, provar o amor e dar prazer. E sem nomes, histórias e classes sociais, vamos nos dissolvendo na massa feliz.
Os elitistas, os pseudo-intelectuais, os puritanos, os mal-humorados, os chatos, todos estes e outros tantos, insistem em desejar passar em branco o colorido Carnaval nosso de todo ano. É um desperdício de alegria não rir, não ver o Ilê sair, não pular quando o Chicletão passar, não beijar quando Ivete mandar, não se travestir, não ser Muquirana ou pegar uma, não se despir dos compromissos e preconceitos e se unir a multidão orgástica.

Muitos afirmam que o carnaval deixa de fora da festa os excluídos economicamente, esmagados entre as cordas e os camarotes. Que assinala os preconceitos, que ressalta as diferenças sociais e as injustiças. Mas, eu pergunto a todos: como não poderia ser? O Carnaval é o retrato rasgado da sociedade brasileira exposto em lasciva carne viva.
Vê-se nas ruas, todas as classes misturadas e separadas, só depende do lugar, ou de não ser alienado pra ver. Vemos todas as etnias e nacionalidades, miscigenando-se e se afirmando, só depende ser consciente, não dá cor da pele, mas da cultura da sua gente. Vê-se toda a diversidade de sexualidades em plena via pública se agarrando e para isso basta desejar provar o sexo do outro.
No Carnaval se faz na rua o que durante o ano inteiro se esconde nos armários. E tudo é lindo, sagrado, válido e profano. Lembro do meu primeiro ano na faculdade quando uma professora, que nunca viu muita graça no carnaval, comentou fascinada que certa vez encontrou um amigo gay na avenida, praticamente sem roupa, e que, surpresa, o viu exaltado gritar: "o carnaval é a apoteose da liberdade".
Sim, o carnaval é a liberdade. A festa dos prazeres explícitos. Em suas ruas, eu você nós que pulamos, fervemos, sambamos, desejamos dar, ver, provar, ter, ser e amar, nos encontramos. Irmãos nos desejos, merecemos ter alegria, ser feliz, provar o amor e dar prazer. E sem nomes, histórias e classes sociais, vamos nos dissolvendo na massa feliz.
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